
Mares revoltos
A Islândia é o primeiro ente soberano a se aproximar do colapso na crise atual e portanto uma espécie de teste dos policymakers e instituições locais, regionais e globais. Resultado: todos reprovados.
E por onde anda o FMI? Ele não existe para lidar com situações como essa?
A crise não assusta muito porque a Islândia é muito pequena (300 mil habitantes). Mas é um péssimo indicador para as economias européias, e para a capacidade de ação coletiva dos seus líderes.
Um dos aspectos mais curiosos é a emergência da Rússia como emprestador de última instância. Brad Setser comenta, e vê sinais de que FMI e Banco Munidal já eram.
Não assusta? Depende. Felix Salmon acha que a crise vale uns 500 pontos do índice Dow Jones.