Dias calmos. Ou não?

A relativa calma dos últimos dias, sem quebras de bancos ou novos instrumentos do Fed, poderiam ser um indicador de que o pior da crise já passou. Mas há diversos sinais de que ainda não dá para baixar a guarda. O Financial Times mostrou hoje que continua muito alta a diferença entre as taxas interbancárias e as linhas dos bancos centrais, indicando que persiste entre os banqueiros a desconfiança com relação à saúde financeira de seus pares. Faz sentido, pois os balanços dos bancos de investimentos mostram que nem seus contadores sabem quanto valem os títulos que carregam.

O FMI fala na pior crise financeira desde a Grande Depressão, e indica que as medidas tomadas até aqui, embora corretas, não afastaram o risco de um longo período de ajustamento. E o petróleo volta a subir, reduzindo a margem de manobra do Fed.

O Fundo Monetário está otimista quanto às perspectivas de crescimento do Brasil, mas as perspectivas de alta de juros não animaram os investidores em bolsa.

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