Não é o fim do mundo

O momento é de extrema tensão nos mercados, não apenas de ações mas também (e principalmente) nos mercados de crédito. A situação é tão dramática que a proposta do primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi de fechar os mercados por uns dias está sendo discutida a sério.

O importante, porém, é manter um pouco de sangue frio e não perder de vista que há muito trabalho pela frente, que uma recessão mais profunda que as últimas já parece inevitável, mas que nada disso é o fim do mundo. É o que diz Paul Volcker em seu artigo para o WSJ hoje.

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